A primeira-dama Janja da Silva publicou em seu perfil no Instagram uma montagem do Cristo Redentor e da Estátua da Liberdade “fazendo o L”.
O gesto se tornou um símbolo da esquerda após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que ocorreu nas eleições de meio de mandato nos Estados Unidos.
Neste processo eleitoral, realizado na terça-feira, dia 3 de novembro, o Partido Democrata conquistou a maioria no Senado e na Câmara dos Representantes, marcando uma vitória significativa sobre o Partido Republicano e seu presidente Donald Trump.

O símbolo “L de Lula” já é utilizado por políticos e manifestantes de esquerda em diversos países, refletindo a influência do líder brasileiro em movimentos globais.
Montagem de Janja nas redes sociais
No dia 4 de novembro de 2026, a primeira-dama Janja da Silva publicou uma montagem em seu perfil no Instagram, na qual o Cristo Redentor e a Estátua da Liberdade apareciam “fazendo o L”. Essa referência surgiu logo após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), onde o gesto se tornou um símbolo da esquerda em vários países.
O gesto do “L” foi amplamente celebrado e reconhecido como um símbolo de apoio aos ideais progressistas. O uso do “L de Lula” foi assimilado por políticos e manifestantes de diferentes partes do mundo, expandindo o simbolismo ligado à figura de Lula.
Resultados das eleições de meio de mandato
Na véspera da publicação de Janja, o Partido Democrata conquistou a maioria no Senado e na Câmara dos Representantes dos Estados Unidos durante as eleições de meio de mandato. Esse resultado foi interpretado como uma derrota significativa para o presidente Donald Trump, do Partido Republicano.
Com uma nova composição no Congresso, o Partido Democrata obteve ao menos 54 dos 100 assentos no Senado, o que lhe permite garantir a maioria. Nos serviços da Câmara, teve 228 cadeiras conquistadas, superando as 218 necessárias para a maioria. Esses resultados refletem mudanças de tendência políticas e sociais nos Estados Unidos.
O uso do L de Lula em outros países
O simbolismo do “L de Lula” não se limitou ao Brasil. Foi adotado por líderes e movimentos progressistas em várias nações, incluindo México, Espanha, Líbano, Chile, Itália e França. Políticos de diversas esferas começaram a utilizar o gesto como uma forma de expressar apoio a movimentos democráticos e de justiça social.
Em Barcelona, a prefeita Ada Colau usou o gesto em discurso, declarando: “Pela esperança. Palestina livre, por Lula no Brasil, pela esperança”. Essa ressonância do símbolo se evidencia ainda mais na forma como políticos de diferentes contextos o adotam em suas manifestações, reforçando a ideia de que o legado de Lula pode influenciar movimentos progressistas em diversas partes do mundo.
